quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Tempestades em copo de água

Porquê o alvoroso sobre a conversa entre o Ministro das Finanças alemão e o ministro Vítor Gastar? Que melhor presente podiamos ter do que o ministro alemão a referir portugal como um caso à parte e abrir a possibilidade de nos ajudar/facilitar caso seja preciso?  E qual o drama sobre falar-se privadamente nessa possibilidade?

Outra polémica sem sentido: se Portugal vai precisar de novo pacote de ajuda? Qual é a dúvida? É claro que vai, quer seja sobre a forma de pacote ou compromisso firme de apoio da UE que dê confiança aos investidores. A probabilidade de chegar a final de 2013 prontos a entrar independentes no mercado é quase zero.

O governo português recusa (e deve recusar) essa hipótese e assume (e deve assumir) o compromisso de cumprir com tudo o acordado sem pedir excepções. Esta é a estratégia mais inteligente para Portugal. Ser o bom aluno é valioso para termos apoio no regresso à normalidade. Não se conclui daí que o governo não vai procurar flexiblização da parte da UE.

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